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Surpreendente final |
A quarta etapa do Tour foi um contra relógio por equipes, nesta especialidade cada equipe larga com todos os seus atletas equipados com bicicletas de contra relógio, roupas e capacetes aerodinâmicos, para juntos cruzarem certa distância com o menor tempo possível.
Observação:
Hoje uma história um pouco diferente levou o comissariado do Tour e excluir o atleta Ted King (Cannondale) do Tour de France. Ted sofreu uma queda na primeira etapa que o impede de ficar em certas posições, por isso ele largou com uma bicicleta convencional e não a de contra relógio. Após 1 km de prova ele sobrou de sua equipe e cruzou a linha de chegada com sete segundos de atraso em relação ao tempo mínimo exigido.
A decisão da comissão em excluir Ted revoltou a ciclistas e também a imprensa. Alguns sites chegaram a afirmar que o Tour perdeu seu brilho hoje ao não levar em consideração o esforço de um atleta que cruzou sozinho numa bicicleta convencional
a quilometragem da etapa de contra relógio com apenas 7 segundos de atraso. Sete segundos fizeram com que Ted voltasse para casa muito triste, mas não pela lesão e sim pela decisão de pessoas que o julgaram como se fosse um atleta sem nenhum problema que cruzou a linha depois do tempo permitido. Corroboro com os pensadores que não aceitam essa decisão como justa, porque o sujeito deve ter sofrido horrores, mas pela expectativa de se manter na prova que é o sonho de consumo de qualquer ciclista profissional.
Observação:
Hoje uma história um pouco diferente levou o comissariado do Tour e excluir o atleta Ted King (Cannondale) do Tour de France. Ted sofreu uma queda na primeira etapa que o impede de ficar em certas posições, por isso ele largou com uma bicicleta convencional e não a de contra relógio. Após 1 km de prova ele sobrou de sua equipe e cruzou a linha de chegada com sete segundos de atraso em relação ao tempo mínimo exigido.
A decisão da comissão em excluir Ted revoltou a ciclistas e também a imprensa. Alguns sites chegaram a afirmar que o Tour perdeu seu brilho hoje ao não levar em consideração o esforço de um atleta que cruzou sozinho numa bicicleta convencional
a quilometragem da etapa de contra relógio com apenas 7 segundos de atraso. Sete segundos fizeram com que Ted voltasse para casa muito triste, mas não pela lesão e sim pela decisão de pessoas que o julgaram como se fosse um atleta sem nenhum problema que cruzou a linha depois do tempo permitido. Corroboro com os pensadores que não aceitam essa decisão como justa, porque o sujeito deve ter sofrido horrores, mas pela expectativa de se manter na prova que é o sonho de consumo de qualquer ciclista profissional.
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Pequenos erros, grandes consequências |
De volta a etapa, afirmo que a prova de Contra Relógio por equipes parece simples, mas não é! Pedalar a mais de 58 km/h de velocidade média deitado num clipe com mais 8 "maníacos" ao seu lado, frente e costas não é nada tranquilo. Por isso exige técnica e perfeita sincronia. Para se ter ideia, a perfeita sincronia foi o que separou hoje a equipe Sky de uma possível liderança na prova no dia de hoje. Em uma das rotatórias os ponteiros entraram quente demais e o pessoal da retaguarda ficou no corte, por consequencia foram perdidos alguns segundos para equipe se reajustar e eles custaram caro.
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Campeões mundiais perderam por menos de 1 segundo |
Por outro lado, mais uma vez a equipe Orica GreenEdge surpreendeu a todos ao desbancar a atual campeã mundial da modalidade, Omega Pharma/Quick Step e também a quase imbatível Sky por pouco menos de 1 segundo. Com a vitória, a esquadra australiana alcançou hoje o seu ponto máximo no Tour, a camisa amarela. Foram dois dias de prova realmente surpreendentes para a equipe de Simon Gerrans, atual líder do Tour de France.
EN - Summary - Stage 4 (Nice > Nice) por tourdefrance
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